Chegou o fim do ano, é hora em que as pessoas fazem um balanço do ano, o que ganhou o que perdeu e o que foi preservado.Foi um ano muito difícil, crise na Europa, enfraquecimento da economia americana e economia instável nos quatro cantos do mundo.Mas em meio as trincheiras e contingências que a vida nos oferece, como bom brasileiro, que não foge da raia, chego ao final de mais uma maratona, com pouca reserva de energia e literalmente com a língua pra fora da boca suplicando por um pouco de água.
Aprendi com as escrituras sagradas a não me decepcionar com mais nada, me agarrei com unhas e dentes as palavras de Cristo:"Não andei ansioso por coisa alguma, tendo o que comer e tendo o que vesti, estejais contentes".Sei que estou fora do padrão atual que a sociedade exige de nós seres humanos modernos, não tenho sobrenome emblemático nem um dos carros mais bonito da cidade, mas eu ainda estou dormindo sem calmante e mantenho minha integridade intácta e quando olho no espelho, posso olhar nos meus olhos e não tenho do que me arrepender, pois não negociei minhas convicções para poder ganhar um pouco mais na vida.Um desses dias li no face uma colocação de um jovem pregador da palavra de Deus, ele dizia assim:"Nós devemos pensar alto e grande, há pessoas que pensam pequeno, por isso não chegam a lugar nenhum".Por um momento, confesso que quase fui convencido por ele, mas rapidamente voltei a realidade da vida e pensei nos meus melhores amigos que são pessoas simples e "pequenas", perante o atual modelo de bem sucedido, imposto a nós por uma sociedade fétida e sem sentimentos.Se um dia eu resolver pensar grande, sei que não haverá mais espaço na minha vida pra essas pessoas "pequenas" que sempre estiveram ao meu lado, por isso vou continuar "pensando pequeno", vou andar por baixo, e dividindo meu pão com aqueles que tem fome, pois esses estão na parte de baixo e lá eu posso dividir meu cobertor ou dar meu ombro ao que precisar chorar.Quero manter vivo na minha mente a passagem bíblica em que lúcifer diz:"Subirei as estrelas e farei meu trono acima das estrelas e de Deus".Não quero ser traído pela minha cobiça, ainda que seja ela religiosa.Quero ser fraco e sensível, pois quero continuar dependendo de Deus, pois aprendi que o poder Dele se aperfeiçoa na minha fraqueza.Quero ficar bem longe das medalhas, não quero meu nome em destaque, quero estar ao lado de pessoas simples, pois sei que elas são verdadeiramente meus amigos....
A DEUS TODA HONRA E TODA A GLORIA PELO SÉCULOS DOS SÉCULOS. SIGA-ME NO TWITTER:@JoaoBatistaHW
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
A IGREJA QUE CURA E A IGREJA QUE FERE
DITO SEM RODEIO:Esse artigo não é para crentes “aleluia”, que vivem apenas no alto da montanha e nunca visitaram o vale da desolação.
Não é para os destemidos que nunca derramaram lágrimas.
Não é para legalistas, que preferem entregar o controle da alma a regras a viver em união com Jesus.
Ele é para os sobrecarregados que vivem ainda mudando o peso da mala pesada de uma mão para a outra.
Ele é para os vasos de barro que arrastam pés de argila.
Se fizéssemos um raio x de certas igrejas contemporâneas, eu diria:
Que certas comunidades evangélicas são como um Rotary Club, onde a elite é honrada e os comuns ignorados e menosprezados.
O amor é reprimido, a liberdade acorrentada e o cinto de segurança da justiça-própria devidamente apertado.
A igreja institucional tornou-se alguém que inflige feridas nos que curam, em vez de alguém que cura os feridos.
Vale lembrar que Jesus era chamado de “Rabi ou mestre” na comunidade judaica e não era a toa não, pois ele sempre fez do seu viver uma escola de vida.
A bíblia mostra que Cristo era íntegro, sincero, amoroso e que não fazia distinção entre os grupos.Diferentes de outros mestres que são partidaristas e roçam ombros com representantes de Estados, políticos e governantes, afim de firmar aliança com pessoas influentes e emblemáticas, ainda que sejam de má índole.
Cristo repudiava esse tipo de gente, ele não as suportava, Cristo preferia a companhia dos pecadores sinceros do que os santarroes hipócritas, ele sempre os repreendiam.
Esse grupo sempre foi religioso e ocupavam as primeiras cadeiras do Sinédrio,
Nota-se que não difere de certas comunidades evangélicas de hoje, onde líderes sub julgam e menosprezam os comuns e honra as elites soberbas de sapatos com acabamento de verniz que vivem desfilando seu ego inflado nos arraiais evangélicos.
Eu me maravilho com meu Cristo que sentava para ouvir seus discípulos e suas ovelhas com todo carinho e atenção,” Um Deus amoroso fomenta um povo amoroso”, quando me deparo com líderes evangélicos que saem de helicóptero pelo fundo da igreja, para não serem espremido pelas ovelhas fico triste, o sacerdote não consegue mais ouvir teu povo.A preferência de Jesus por gente de menor envergadura e sua parcialidade em favor dos maltrapilhos é fato irrefutável.
Como disse o filósofo francês Maurice Blondel:”Se você quer realmente compreender um homem, não apenas ouça o que ele diz, mas observe o que ele faz.”
Meu Jesus tinha um grande dilema, os escribas e fariseus apoquentavam ele por se associar-se a maltrapilhos, Jesus diz a eles:” Vim chamar os pecadores, não os justos”.
Há uma dicotomia perceptível entre a igreja que cura e igreja que fere, e digo que ela não se refere a questões tais como, conservadores ou liberais, entre criacionistas ou evolucionistas, mas sim entre "nobreza" e desvalidos.
Até quando vamos fazer eventos evangélicos e ao término prepararmos duas ou três mesas com Coca Cola para um grupo “preferencial ”e o resto da comunidade tomando guaraná “bacana ou Kareta”.
Será que esta igreja com carroes sintuosos estacionado na frente, cheirando a perfumes como: Azzaro, Drakar, Ferrari ou quem sabe a boticário ou a lacqua di fiore é a igreja eleita por Cristo?
Ou será que é a igreja de Mateus 15:30 (“ E vieram a ele muitas multidões trazendo consigo coxos, aleijados, cegos, mudos e outros muitos e os largaram juntos aos pés de Jesus, e ele os curou).Eu imagino que os “outros muitos”, que Mateus nos fala pelo texto, fossem os sujos e fedidos, aqueles que muitos de nós não gostaríamos que se sentassem ao nosso lado no banco da igreja, pois eles fedem, ou quem sabe os anônimos de Deus que passam desapercebidos por não serem influentes.
A igreja que fere, tem a cara carrancuda e austeridade com suas ovelhas.Nas palavras de Teresa de Ávila(escritora) , “poupa-nos, Senhor de tolas devoções e de santos de cara amarrada.”
A igreja que cura, a alma humana está acima de dogmas e preceitos fundamentalistas, o pecado é extirpado, porem o pecador é preservado.
A igreja que cura, ela é mística, ou seja, invisível, a que fere é institucionalizada por homens frios e insensíveis ao Espírito Santo de Deus que clama:”O que vem a mim de modo algum o lançarei fora”.............
CARPE DIEM.
JOÃO BATISTA( A.D.TIETÊ )
Não é para os destemidos que nunca derramaram lágrimas.
Não é para legalistas, que preferem entregar o controle da alma a regras a viver em união com Jesus.
Ele é para os sobrecarregados que vivem ainda mudando o peso da mala pesada de uma mão para a outra.
Ele é para os vasos de barro que arrastam pés de argila.
Se fizéssemos um raio x de certas igrejas contemporâneas, eu diria:
Que certas comunidades evangélicas são como um Rotary Club, onde a elite é honrada e os comuns ignorados e menosprezados.
O amor é reprimido, a liberdade acorrentada e o cinto de segurança da justiça-própria devidamente apertado.
A igreja institucional tornou-se alguém que inflige feridas nos que curam, em vez de alguém que cura os feridos.
Vale lembrar que Jesus era chamado de “Rabi ou mestre” na comunidade judaica e não era a toa não, pois ele sempre fez do seu viver uma escola de vida.
A bíblia mostra que Cristo era íntegro, sincero, amoroso e que não fazia distinção entre os grupos.Diferentes de outros mestres que são partidaristas e roçam ombros com representantes de Estados, políticos e governantes, afim de firmar aliança com pessoas influentes e emblemáticas, ainda que sejam de má índole.
Cristo repudiava esse tipo de gente, ele não as suportava, Cristo preferia a companhia dos pecadores sinceros do que os santarroes hipócritas, ele sempre os repreendiam.
Esse grupo sempre foi religioso e ocupavam as primeiras cadeiras do Sinédrio,
Nota-se que não difere de certas comunidades evangélicas de hoje, onde líderes sub julgam e menosprezam os comuns e honra as elites soberbas de sapatos com acabamento de verniz que vivem desfilando seu ego inflado nos arraiais evangélicos.
Eu me maravilho com meu Cristo que sentava para ouvir seus discípulos e suas ovelhas com todo carinho e atenção,” Um Deus amoroso fomenta um povo amoroso”, quando me deparo com líderes evangélicos que saem de helicóptero pelo fundo da igreja, para não serem espremido pelas ovelhas fico triste, o sacerdote não consegue mais ouvir teu povo.A preferência de Jesus por gente de menor envergadura e sua parcialidade em favor dos maltrapilhos é fato irrefutável.
Como disse o filósofo francês Maurice Blondel:”Se você quer realmente compreender um homem, não apenas ouça o que ele diz, mas observe o que ele faz.”
Meu Jesus tinha um grande dilema, os escribas e fariseus apoquentavam ele por se associar-se a maltrapilhos, Jesus diz a eles:” Vim chamar os pecadores, não os justos”.
Há uma dicotomia perceptível entre a igreja que cura e igreja que fere, e digo que ela não se refere a questões tais como, conservadores ou liberais, entre criacionistas ou evolucionistas, mas sim entre "nobreza" e desvalidos.
Até quando vamos fazer eventos evangélicos e ao término prepararmos duas ou três mesas com Coca Cola para um grupo “preferencial ”e o resto da comunidade tomando guaraná “bacana ou Kareta”.
Será que esta igreja com carroes sintuosos estacionado na frente, cheirando a perfumes como: Azzaro, Drakar, Ferrari ou quem sabe a boticário ou a lacqua di fiore é a igreja eleita por Cristo?
Ou será que é a igreja de Mateus 15:30 (“ E vieram a ele muitas multidões trazendo consigo coxos, aleijados, cegos, mudos e outros muitos e os largaram juntos aos pés de Jesus, e ele os curou).Eu imagino que os “outros muitos”, que Mateus nos fala pelo texto, fossem os sujos e fedidos, aqueles que muitos de nós não gostaríamos que se sentassem ao nosso lado no banco da igreja, pois eles fedem, ou quem sabe os anônimos de Deus que passam desapercebidos por não serem influentes.
A igreja que fere, tem a cara carrancuda e austeridade com suas ovelhas.Nas palavras de Teresa de Ávila(escritora) , “poupa-nos, Senhor de tolas devoções e de santos de cara amarrada.”
A igreja que cura, a alma humana está acima de dogmas e preceitos fundamentalistas, o pecado é extirpado, porem o pecador é preservado.
A igreja que cura, ela é mística, ou seja, invisível, a que fere é institucionalizada por homens frios e insensíveis ao Espírito Santo de Deus que clama:”O que vem a mim de modo algum o lançarei fora”.............
CARPE DIEM.
JOÃO BATISTA( A.D.TIETÊ )
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
O VERDADEIRO AMOR
A séculos temos ouvido falar muito sobre o amor, poetas, escritores, dramaturgos, teólogos, cineastas, muitos contribuíram com diversidades de teorias elaboradas em função de destrinchar o amor.
Muito já foi dito sobre esse sentimento nobilíssimo que é o amor.Eu por impetuosidade, como um bom mineiro, quero dar minha singela contribuição, sem querer ser presunçoso, pois não sou especialista no assunto, mas veremos o que posso fazer.
Vale lembrar que Deus sempre se revelou na história através de relações afetuosas e em Jesus Cristo esta revelação chega ao seu clímax.O Deus encarnado veio buscar o que havia se perdido; e o fez, procurando homens e mulheres dispostos a reconciliar com o Criador, com Aquele que é a expressão máxima do amor.Em qualquer relação cuja a base do relacionamento é o amor, não se pode falar de poder ou posições hierárquicas, pois são antagônicas ao amor, por isso Deus teve que esvaziar-se na pessoa de Jesus agora encarnado.Podemos proclamar que Deus, o maior e mais perfeito amante, tornou-se frágil ao amar, ensinando para nós, que todos aqueles que desejarem amar como Ele, igualmente devemos abrir mão da força para poder cativar o outro.É notório que Jesus, ao contrário do que se espera dos ídolos, revelou a grandeza de seu Ser não subjugando, mas suplicando, não se impondo, mas morrendo.”A fraqueza de Deus é mais forte que a fortaleza humana”-1ºCor. 1:25.
Na revelação judaico-cristã afirma-se que Deus criou o mundo com o intuito de ter uma família; e para que isso aconteça em amor, Ele dá a liberdade a nós de até recusar a sua companhia, ou seja ele criou a nós com o livre arbítrio de até mesmo recusar o próprio Criador, essa é a expressão máxima do amor Divino.Deus soberanamente decidiu construir a história fazendo parcerias; sem jamais forçar, Ele motiva homens e mulheres a concretizarem seu amor na sociedade.A desgraça humana não invalida o amor de Deus, ela só mostra o quanto o ser humano se distanciou do sensível, frágil e eterno amante.
Todo sistema ou relacionamento que oprime, que tira a liberdade de escolha das pessoas, seja ele religioso ou socioeconômico não pode jamais dizer que suas intenções são boas, pois nem Deus fez isso, olha que Ele tinha esse direito, mas não o fez.A principal evidência do amor, sempre foi e será a liberdade, uma relação onde a porta não pode ficar aberta não pode ser uma relação de amor, pois não há confiança.Por quê você acha que muitos relacionamentos entre casais acabaram indo ralo abaixo?- porque não havia liberdade, pois não havia confiança.Confiar é dar a liberdade para o outro até mesmo para errar!
Uma instituição religiosa que tira a liberdade de seus seguidores não está embasada no amor, mas sim em opressão e tirania, e opressão gera medo, e medo gera submissão cega.Por isso o termo servo de Deus não me soa bem aos ouvidos, prefiro o termo filho de Deus, pois o filho tem liberdade, mas o servo não!
No evangelho segundo escreveu João 15:15(“Já não vos chamo de servo, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.) Gálatas cap.4:7(“De sorte que já não és mais escravo, porém filho; e sendo filho, também herdeiro por Deus.) Sabe o que eu aprendo com isso?
Se você não compartilha de sua vida com tua esposa, ela não é tua amiga, mas sim sua escrava!
Todo relacionamento onde um subjuga o outro é um relacionamento opressor, não há espaço para o amor, pois o amor divide espaço com a liberdade, não com a opressão.
O meu Jesus nunca gostou de encabrestar ninguém,(João 8:36 ”Se, pois o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livre.”)
Jesus sempre trabalhou com a liberdade plena e consciente, sempre soube deixar as portas abertas nos relacionamentos de amor estabelecidos por Ele.Em João 10:9 (” Eu sou a porta.Se alguém entra por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem).Ele nunca quis firmar nem um relacionamento que subjugasse o outro a nada que o mesmo não quisesse, sempre nos deu liberdade plena de escolha, pois seu relacionamento sempre foi de amor.
A uma passagem bíblica que muito me encanta, está em Lucas 15, é a parábola do filho pródigo.
Sabe o que é mais encantador nessa parábola?
Não é a volta do filho, e nem o perdão do pai !
É a partida, sob o consentimento do pai que não abre a boca em nem um momento para recriminar-lo de nada que pudesse dar errado no seu futuro incerto e duvidoso.O relacionamento daquele pai era de amor, por isso ele deveria deixar a porta aberta para o filho partir, embora isso lhe causasse dor.
Faço das palavra do poeta as minhas palavras:
Amar é abrir a porta da gaiola, quando você poderia não o fazer!
Carpe Diem
João Batista(A.D.Tietê)
Muito já foi dito sobre esse sentimento nobilíssimo que é o amor.Eu por impetuosidade, como um bom mineiro, quero dar minha singela contribuição, sem querer ser presunçoso, pois não sou especialista no assunto, mas veremos o que posso fazer.
Vale lembrar que Deus sempre se revelou na história através de relações afetuosas e em Jesus Cristo esta revelação chega ao seu clímax.O Deus encarnado veio buscar o que havia se perdido; e o fez, procurando homens e mulheres dispostos a reconciliar com o Criador, com Aquele que é a expressão máxima do amor.Em qualquer relação cuja a base do relacionamento é o amor, não se pode falar de poder ou posições hierárquicas, pois são antagônicas ao amor, por isso Deus teve que esvaziar-se na pessoa de Jesus agora encarnado.Podemos proclamar que Deus, o maior e mais perfeito amante, tornou-se frágil ao amar, ensinando para nós, que todos aqueles que desejarem amar como Ele, igualmente devemos abrir mão da força para poder cativar o outro.É notório que Jesus, ao contrário do que se espera dos ídolos, revelou a grandeza de seu Ser não subjugando, mas suplicando, não se impondo, mas morrendo.”A fraqueza de Deus é mais forte que a fortaleza humana”-1ºCor. 1:25.
Na revelação judaico-cristã afirma-se que Deus criou o mundo com o intuito de ter uma família; e para que isso aconteça em amor, Ele dá a liberdade a nós de até recusar a sua companhia, ou seja ele criou a nós com o livre arbítrio de até mesmo recusar o próprio Criador, essa é a expressão máxima do amor Divino.Deus soberanamente decidiu construir a história fazendo parcerias; sem jamais forçar, Ele motiva homens e mulheres a concretizarem seu amor na sociedade.A desgraça humana não invalida o amor de Deus, ela só mostra o quanto o ser humano se distanciou do sensível, frágil e eterno amante.
Todo sistema ou relacionamento que oprime, que tira a liberdade de escolha das pessoas, seja ele religioso ou socioeconômico não pode jamais dizer que suas intenções são boas, pois nem Deus fez isso, olha que Ele tinha esse direito, mas não o fez.A principal evidência do amor, sempre foi e será a liberdade, uma relação onde a porta não pode ficar aberta não pode ser uma relação de amor, pois não há confiança.Por quê você acha que muitos relacionamentos entre casais acabaram indo ralo abaixo?- porque não havia liberdade, pois não havia confiança.Confiar é dar a liberdade para o outro até mesmo para errar!
Uma instituição religiosa que tira a liberdade de seus seguidores não está embasada no amor, mas sim em opressão e tirania, e opressão gera medo, e medo gera submissão cega.Por isso o termo servo de Deus não me soa bem aos ouvidos, prefiro o termo filho de Deus, pois o filho tem liberdade, mas o servo não!
No evangelho segundo escreveu João 15:15(“Já não vos chamo de servo, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.) Gálatas cap.4:7(“De sorte que já não és mais escravo, porém filho; e sendo filho, também herdeiro por Deus.) Sabe o que eu aprendo com isso?
Se você não compartilha de sua vida com tua esposa, ela não é tua amiga, mas sim sua escrava!
Todo relacionamento onde um subjuga o outro é um relacionamento opressor, não há espaço para o amor, pois o amor divide espaço com a liberdade, não com a opressão.
O meu Jesus nunca gostou de encabrestar ninguém,(João 8:36 ”Se, pois o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livre.”)
Jesus sempre trabalhou com a liberdade plena e consciente, sempre soube deixar as portas abertas nos relacionamentos de amor estabelecidos por Ele.Em João 10:9 (” Eu sou a porta.Se alguém entra por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem).Ele nunca quis firmar nem um relacionamento que subjugasse o outro a nada que o mesmo não quisesse, sempre nos deu liberdade plena de escolha, pois seu relacionamento sempre foi de amor.
A uma passagem bíblica que muito me encanta, está em Lucas 15, é a parábola do filho pródigo.
Sabe o que é mais encantador nessa parábola?
Não é a volta do filho, e nem o perdão do pai !
É a partida, sob o consentimento do pai que não abre a boca em nem um momento para recriminar-lo de nada que pudesse dar errado no seu futuro incerto e duvidoso.O relacionamento daquele pai era de amor, por isso ele deveria deixar a porta aberta para o filho partir, embora isso lhe causasse dor.
Faço das palavra do poeta as minhas palavras:
Amar é abrir a porta da gaiola, quando você poderia não o fazer!
Carpe Diem
João Batista(A.D.Tietê)
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
VASO RACHADO
Ensaios da vida
Um carregador de água, na Índia, tinha dois grandes vasos que colocava nos extremos de um pau que ele levava acima dos ombros. Um dos vasos tinha uma rachadura, enquanto outro era perfeito e entregava a água completa ao final do largo caminha a pé, desde o riacho, até a casa de seu patrão.Quando chegava, o vaso rachado só tinha a metade da água. Por dois anos completos, isto foi assim diariamente. Desde logo, o vaso perfeito estava muito orgulhoso de seus resultados. Era perfeito para os fins o qual fora criado.
Porém, o pobre vaso rachado estava muito envergonhado de sua própria imperfeição e se sentia miserável porque só podia conseguir a metade do que se supunha devia fazer. Depois de dois anos, falou ao aguador, dizendo-lhe:”Estou envergonhado de mim mesmo e quero me desculpar contigo”…”por quê?” Perguntou-lhe o aguador.”Porque devido às minhas rachaduras, só podes entregar a metade de minha carga. Devido às minhas rachaduras, só obténs a metade do valor que deverias”.O aguador ficou muito enternecido pelo vaso e com grande compaixão lhe disse:”quando regressarmos à casa do patrão, quero que notes as belíssimas flores que crescem ao longo do caminho”.
Assim o fez e, com efeito, viu muitíssimas flores belas ao longo de todo o caminho, porém de todo modo se sentiu muito triste porque ao final só levava a metade de sua carga. O aguador lhe disse:”Te deste conta de que flores só crescem no lado do teu caminho? Sempre tenho sabido de tuas rachaduras e quis obter vantagens delas, semeei sementes de flores ao longo de todo o caminho por onde tu vais e todos os dias tu as têm regado. Por dois anos eu tenho podido recolher estas flores para decorar o altar de meu mestre. Se não fosse exatamente como és, ele não teria tido essa beleza sobre a sua mesa”. Tu es precioso para Deus com todas as tuas imperfeições.
(Autor desconhecido)
Um carregador de água, na Índia, tinha dois grandes vasos que colocava nos extremos de um pau que ele levava acima dos ombros. Um dos vasos tinha uma rachadura, enquanto outro era perfeito e entregava a água completa ao final do largo caminha a pé, desde o riacho, até a casa de seu patrão.Quando chegava, o vaso rachado só tinha a metade da água. Por dois anos completos, isto foi assim diariamente. Desde logo, o vaso perfeito estava muito orgulhoso de seus resultados. Era perfeito para os fins o qual fora criado.
Porém, o pobre vaso rachado estava muito envergonhado de sua própria imperfeição e se sentia miserável porque só podia conseguir a metade do que se supunha devia fazer. Depois de dois anos, falou ao aguador, dizendo-lhe:”Estou envergonhado de mim mesmo e quero me desculpar contigo”…”por quê?” Perguntou-lhe o aguador.”Porque devido às minhas rachaduras, só podes entregar a metade de minha carga. Devido às minhas rachaduras, só obténs a metade do valor que deverias”.O aguador ficou muito enternecido pelo vaso e com grande compaixão lhe disse:”quando regressarmos à casa do patrão, quero que notes as belíssimas flores que crescem ao longo do caminho”.
Assim o fez e, com efeito, viu muitíssimas flores belas ao longo de todo o caminho, porém de todo modo se sentiu muito triste porque ao final só levava a metade de sua carga. O aguador lhe disse:”Te deste conta de que flores só crescem no lado do teu caminho? Sempre tenho sabido de tuas rachaduras e quis obter vantagens delas, semeei sementes de flores ao longo de todo o caminho por onde tu vais e todos os dias tu as têm regado. Por dois anos eu tenho podido recolher estas flores para decorar o altar de meu mestre. Se não fosse exatamente como és, ele não teria tido essa beleza sobre a sua mesa”. Tu es precioso para Deus com todas as tuas imperfeições.
(Autor desconhecido)
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
FÉ, ESPERANÇA E CONFIANÇA
Eli, Eli, Lamá Sabactâni ?
Esta foi a frase que encerrou a peregrinação de Cristo na terra, foi dita por Ele na cruz do calvário, a primeira vista não é muito digna de quem é filho do Rei dos Reis, do Senhor dos Senhores, filho de quem mediu as águas na concha de sua mão. Eli, Eli, Lamá Sabactâni ?
Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste ?
Quem um dia já não se sentiu assim como Jesus, desamparado pelo Pai ?
Quem já não provou o gosto salgado da lágrima que corre pelo canto da boca, e você olha para um lado, olha para o outro e não ver possibilidades de neutralizar aquela situação, parece que o céu está blindado para nossas orações, Deus se retirou do cenário, agora é só você e seu desespero no palco da vida.
Jesus quando enfrenta esta realidade aterrorizante, ele está sozinho, não tinha mais os discípulos ao teu lado, um o havia negado, outro havia enforcado-se, outro fugido,
somente as mulheres o contemplavam de longe.O pano de fundo é nefasto e assustador, é o monte caveira, lugar de tristeza e desespero, a morte é o ícone da vergonha judaica, morte de cruz.Não haveria mais milagres, as cortinas dos prodígios estavam cerradas, não haveria mais multiplicação dos pães e peixes, não haveria mais o esplendoroso sermão da montanha, a gloria de cristo desemboca em um espetáculo de agrura e horror.
Eu acredito que esse seja um final que muitos de nós desejaríamos para Barrabás, talvez para Judas o traidor ou até mesmo para Caifás, o iníquo, menos para o meu Cristo que não tinha mácula nenhuma, que passou pelo mundo, mas não foi achado peso de pecado sobre Ele.
Quantas vezes nós perguntamos a Deus: por que eu Senhor ?, por que comigo Senhor ?, por que não consigo desvencilhar-me dessa situação, por que tem que ser comigo que sou justo, por que nao consigo engatar uma primeira,
Por que da certo para o outro e não da para mim?-São tantos porque, que ficamos atônitos sem respostas, a impressão que nos da é que Deus escolheu alguns para darem certo e outros para não darem, mas não é nada disso!
Em meio a esse paradoxo, encontrei-me outro dia a indagar a Deus, como fez Gideão no livro de juízes cap.6 – Ah Senhor.., se o Senhor é conosco, por que nos sobreveio tudo isso?
Eu já acreditei um dia que ser cristão protestante era viver em um céu de brigadeiro com doce de leite, mas descobri que não é, entristeci-me ao ver pessoas que são cristãos fieis a palavra, não darem certo na vida financeira, conheço pastores que são um exemplo de fidelidade no ministério, mas vivem patinando na lama, não conseguem dar uma guinada na vida.Lembrei-me de um irmaozinho que fui leva-lo em "casa" após o termio de um culto, parei o carro na entrada de uma favela, ele pediu pra que eu o acompanhace até sua "casa" para tomarmos um café.Nunca me esqueço daquela cena, era um barraco muito simples, as telhas de brasilite a um palmo da minha cabeça.Lembro-me quando ele me disse com os olhos embargados em lágrimas, que ele nao entendia por que vivia daquele jeito, pois sua mae sempre foi dizimista fiel, eu o abracei e choramos juntos naquela noite.
Aprendi com isto que dízimo e oferta não estão relacionados a benção nem maldição, mas sim a intenção pela qual fazemos, esta sim, pode ter relacionamento, por isso Paulo afirma que Deus ama o que dá com alegria.
Tenho amigos evangélicos, pessoas maravilhosas que se arrebentam de trabalhar e não conseguem adquirir uma casa própria, um carro por mais simples que seja, conheço cristãos que são pais de filhos com problemas congênitos, paralisia infantil e outros casos mais.As vezes pergunto a Deus, por que tem que ser assim Senhor ?
Num desses dias eu me isolei, precisava ouvir a voz de Deus, pois sei que tenho dificuldades como todos os meus amigos evangélicos, conta bancária que não sai do vervelho, troca do carro velho que nao consigo efetuar, terminar a casa em que moro, falta de capital de giro para trabalhar, sair dos juros bancários, são tantas dificuldades, perguntei a Deus por que tem que ser desse jeito?.Perguntei a Ele onde estavam as promessas de bênçãos financeiras que tanto tenho ouvido nas mensagens, preparadas para aquele que o servisse, as profecias dirigidas a mim, -sabe o que Ele me disse ?
-Elas não eram minhas, não foram ditas por mim!
-O que Eu falei você não quis escutar:
-Que o justo viveria pela fé.
-Que somente a minha graça te basta filho meu.
-Te darei três coisas:A fé, a esperança e a confiança.
-Com estas três você conseguirá todas as outras que desejares, sem elas você nunca entenderá como eu trabalho na vida dos meus filhos.
Ah.. Senhor, como é bom ouvir a tua voz.........
JOÂO BATISTA (A.D.MIN.TIETÊ)
Esta foi a frase que encerrou a peregrinação de Cristo na terra, foi dita por Ele na cruz do calvário, a primeira vista não é muito digna de quem é filho do Rei dos Reis, do Senhor dos Senhores, filho de quem mediu as águas na concha de sua mão. Eli, Eli, Lamá Sabactâni ?
Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste ?
Quem um dia já não se sentiu assim como Jesus, desamparado pelo Pai ?
Quem já não provou o gosto salgado da lágrima que corre pelo canto da boca, e você olha para um lado, olha para o outro e não ver possibilidades de neutralizar aquela situação, parece que o céu está blindado para nossas orações, Deus se retirou do cenário, agora é só você e seu desespero no palco da vida.
Jesus quando enfrenta esta realidade aterrorizante, ele está sozinho, não tinha mais os discípulos ao teu lado, um o havia negado, outro havia enforcado-se, outro fugido,
somente as mulheres o contemplavam de longe.O pano de fundo é nefasto e assustador, é o monte caveira, lugar de tristeza e desespero, a morte é o ícone da vergonha judaica, morte de cruz.Não haveria mais milagres, as cortinas dos prodígios estavam cerradas, não haveria mais multiplicação dos pães e peixes, não haveria mais o esplendoroso sermão da montanha, a gloria de cristo desemboca em um espetáculo de agrura e horror.
Eu acredito que esse seja um final que muitos de nós desejaríamos para Barrabás, talvez para Judas o traidor ou até mesmo para Caifás, o iníquo, menos para o meu Cristo que não tinha mácula nenhuma, que passou pelo mundo, mas não foi achado peso de pecado sobre Ele.
Quantas vezes nós perguntamos a Deus: por que eu Senhor ?, por que comigo Senhor ?, por que não consigo desvencilhar-me dessa situação, por que tem que ser comigo que sou justo, por que nao consigo engatar uma primeira,
Por que da certo para o outro e não da para mim?-São tantos porque, que ficamos atônitos sem respostas, a impressão que nos da é que Deus escolheu alguns para darem certo e outros para não darem, mas não é nada disso!
Em meio a esse paradoxo, encontrei-me outro dia a indagar a Deus, como fez Gideão no livro de juízes cap.6 – Ah Senhor.., se o Senhor é conosco, por que nos sobreveio tudo isso?
Eu já acreditei um dia que ser cristão protestante era viver em um céu de brigadeiro com doce de leite, mas descobri que não é, entristeci-me ao ver pessoas que são cristãos fieis a palavra, não darem certo na vida financeira, conheço pastores que são um exemplo de fidelidade no ministério, mas vivem patinando na lama, não conseguem dar uma guinada na vida.Lembrei-me de um irmaozinho que fui leva-lo em "casa" após o termio de um culto, parei o carro na entrada de uma favela, ele pediu pra que eu o acompanhace até sua "casa" para tomarmos um café.Nunca me esqueço daquela cena, era um barraco muito simples, as telhas de brasilite a um palmo da minha cabeça.Lembro-me quando ele me disse com os olhos embargados em lágrimas, que ele nao entendia por que vivia daquele jeito, pois sua mae sempre foi dizimista fiel, eu o abracei e choramos juntos naquela noite.
Aprendi com isto que dízimo e oferta não estão relacionados a benção nem maldição, mas sim a intenção pela qual fazemos, esta sim, pode ter relacionamento, por isso Paulo afirma que Deus ama o que dá com alegria.
Tenho amigos evangélicos, pessoas maravilhosas que se arrebentam de trabalhar e não conseguem adquirir uma casa própria, um carro por mais simples que seja, conheço cristãos que são pais de filhos com problemas congênitos, paralisia infantil e outros casos mais.As vezes pergunto a Deus, por que tem que ser assim Senhor ?
Num desses dias eu me isolei, precisava ouvir a voz de Deus, pois sei que tenho dificuldades como todos os meus amigos evangélicos, conta bancária que não sai do vervelho, troca do carro velho que nao consigo efetuar, terminar a casa em que moro, falta de capital de giro para trabalhar, sair dos juros bancários, são tantas dificuldades, perguntei a Deus por que tem que ser desse jeito?.Perguntei a Ele onde estavam as promessas de bênçãos financeiras que tanto tenho ouvido nas mensagens, preparadas para aquele que o servisse, as profecias dirigidas a mim, -sabe o que Ele me disse ?
-Elas não eram minhas, não foram ditas por mim!
-O que Eu falei você não quis escutar:
-Que o justo viveria pela fé.
-Que somente a minha graça te basta filho meu.
-Te darei três coisas:A fé, a esperança e a confiança.
-Com estas três você conseguirá todas as outras que desejares, sem elas você nunca entenderá como eu trabalho na vida dos meus filhos.
Ah.. Senhor, como é bom ouvir a tua voz.........
JOÂO BATISTA (A.D.MIN.TIETÊ)
terça-feira, 9 de novembro de 2010
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